Concebidos inicialmente em 2003 por Pedro Almeida (bateria), Rui Rosa (baixo), João Menor (guitarra) e Paulo Figueiredo (guitarra), não demorou muito para que os Zella iniciassem aquele que seria o esboço da sua sonoridade através de um longo processo de composição. Numa abordagem ao Rock Instrumental com elementos psicadélicos e sónicos traduziram-se assim os primeiros temas idealizados pelos Zella. As dificuldades em encontrar alguém que desse corpo e voz as suas composições, levaram a que a banda assumisse o projecto como instrumental. Em meados de 2006, Rui Rosa abandona os Zella, sendo substituído por Nuno Silva (baixo). No final do mesmo ano, o quarteto entra em estúdio para gravar alguns temas de apresentação, e quando já nada o fazia prever, Tóbel, vocalista que já havia colaborado com Pedro Almeida nos extintos Slamo, decide aceitar o convite deste para se juntar aos Zella. Estreiam-se ao vivo em Março de 2008 no Tambor Q Fala (Seixal), perante uma lotação quase esgotada e com um balanço final francamente positivo. Em Julho de 2008, divergências inerentes à orientação artística dos Zella culminam no abandono de Tóbel. Os restantes elementos da banda decidem parar por uns tempos de forma a repensar o futuro do projecto. No entanto, em Agosto de 2008, os Zella regressam novamente em formato instrumental e com um novo elemento, Suzy Silva (projeccionista). Participam entretanto em alguns concursos entre os quais o RRW, organizado pela Worten, no qual obtêm o 7º lugar. Em Outubro de 2008 lançam através da edição de autor o primeiro registo oficial da banda, um E.P. homónimo com 4 temas gravado e misturado por Ricardo Mealha nos SoundProbe Studios. É com este EP que desenvolvem o processo criativo de desmistificação da personagem criada pelos próprios e na qual se centram para o trabalho visual das apresentações ao vivo com a colaboração da artista plástica Suzy Silva. No final do ano de 2008 a editora Californiana Poison Tree demonstrou interesse em trabalhar com o projecto e assinam um contrato para a distribuição digital do EP. Actualmente encontram-se a trabalhar na promoção e divulgação do seu trabalho e a preparar temas para o próximo registo.
Desculpem intrometer-me, estava aqui no meu cantinho e deparei com este texto nas actualizações do Hi5. Pergunto ao Litos se o posso usar no meu diário, coloco lá o devido copyright ou o nome do autor. Este texto é o espelho da humanidade, nem mais nem menos, uma realidade mais do que certa dos tempos modernos! Obrigado ;)
, Seremos viciados???
Os psicólogos gostam de classificar as gerações de pessoas. O meu palpite para a nossa classificação (pessoas de 15 a 30 anos) é “geração exagero”. Acho que nunca esteve tão em voga o excesso na vida de ninguém como hoje.
Nós somos extremamente “desejosos” do excesso. O conceito de “suficiente” já não nos é suficiente mais e isso não pode estar certo. Queremos sempre mais que o outro… mais do que nós mesmos podemos suportar. E somos exagerados em todos os aspectos da vida. Talvez por querer tanto, sejamos tão frustrados.
Será que o Left (bar) só tem graça quando a gente sai carregado de tão bêbado? Será que a gente precisa mesmo foder 365 dias e ter 360 parceiros diferentes por ano? Será que a gente precisa de todo o dinheiro que a gente deseja? Quantas cirurgias plásticas a gente precisa pra ficar satisfeito? E a lista de exageros continua interminável.
Essa coisa de querer sempre mais me lembra um certo tipo de pessoa. Sabe qual? Um viciado. Não são os viciados que nunca estão satisfeitos e querem sempre mais? Pois é isso que nós somos: uma geração de viciados. Seja em sexo, dinheiro, afeto, somos um bando de viciados na insatisfação.
Será que existe reabilitação para nós?
Litos
isto ta um pouco mal.. mas pronto.. n ha concertos.. alias, tamos ainda a tentar arranjar um novo baixista, por isso agr tamos mm parados por completo.. :x espero q rapidamente se resolva!